You are here:
Home Section Blog Current Users
Example of Section Blog layout (FAQ section)
A nova era do Marketing; Veja o que Philip Kotler, McKenna e Peter Drucker podem ensinar sobre conquistar clientes

 

 

A nova era do Marketing: veja o que Philip Kotler, McKenna e Peter Drucker podem ensinar sobre conquistar clientes.

 

Pare de achar que chocolates e pequenos brindes vão fidelizar seu cliente. Amplie seu marketing com bons produtos e novas estratégias de fidelização para ter mais sucesso em seu negócio.

O que é preciso para os consumidores que compram um produto ou serviço de uma empresa tornem-se clientes fiéis e voltem a comprar produtos ou serviços dessa empresa?

 

Claro que essa resposta não vai apontar apenas um aspecto, mas a junção de diversas características e fatores. Podemos destacar que alguns deles são oferecer produtos de qualidade, ter um bom atendimento, saber quem são seus consumidores, concorrentes e, principalmente, conhecer muito bem o próprio negócio.

 

competiçãoSó que o mercado, independente do produto vendido ou serviço oferecido, está bastante competitivo. Mais empresas buscam o mesmo espaço e o mesmo cliente. Isso dificulta a fidelidade do consumidor junto à empresa.


Um dos maiores especialistas em Marketing na era digital, Regis McKenna, em seu livro Marketing de Relacionamento, relata que com tantas escolhas para os clientes, as empresas enfrentam o fim de sua fidelidade.

 

De acordo com o autor, "para combater essa ameaça, as organizações podem aumentar seu pessoal de vendas e de marketing, lançando recursos caros no mercado como uma forma de manter seus clientes. Porém, a solução real obviamente não é 'mais marketing', e sim o 'melhor marketing'". Isso significa que a organização deve encontrar um modo de integrar o cliente à empresa, como forma de criar e manter uma boa relação entre ambas.


Marketing 3.0 e a nova era da fidelização


mundoPhilip Kotler, considerado o pai do Marketing Moderno, e outros importantes nomes de estratégias de marketing como Hermaean Kartajaya e Iwan Setiwan propõem uma nova evolução no conceito para as estratégias de mercado. De acordo com esses especialistas, entramos na era chamada de "Marketing 3.0". No seu recente livrointitulado com essa denominação, Philip Kotler ressalta que os clientes hoje estão escolhendo produtos e empresas que satisfaçam suas necessidades mais profundas de criatividade, comunidade e idealismo.


"Hoje, estamos testemunhando o surgimento do Marketing 3.0, ou a era voltada para os valores. Em vez de tratar as pessoas simplesmente como consumidoras, os profissionais de marketing as tratam como seres humanos plenos: com mente, coração e espírito. Cada vez mais os consumidores estão em busca de soluções para satisfazer seu anseio de transformar o mundo globalizado num mundo melhor. Em um mundo confuso, as pessoas buscam empresas que abordem suas mais profundas necessidades de justiça social, econômica e ambiental em missão, visão e valores.", revela um trecho do novo livro de Kotler.


Nessa busca de agradar o consumidor e fazer diferente da empresa concorrente, não ache que apenas brindes supérfluos ou lembrancinhas irão fidelizar o seu público. A verdade é que, os clientes não querem apenas comprar produtos, querem consumir experiências.


Nesse aspecto, entre os caminhos para desenvolver uma boa estratégia de marketing voltada para fidelização, Robson Alberoni, presidente do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado, conta que é fundamental "saber com profundo conhecimento o que os clientes valorizam e tentar personalizar cada uma das propostas à suas necessidades".


Cases da nova era do Marketing


Ainda de acordo com o novo livro de Philip Kotler, intitulado "Marketing 3.0", a essência na estratégia de agradar o cliente está direcionada nas práticas inovadoras, ou seja, na apresentação de uma nova perspectiva de negócios que podem transformar a vida dos consumidores.


No livro são apresentados alguns exemplos de empresas que seguiram essa postura, como os cases Amazon.com, Twitter e a S. C. Johnson & Son que procuraram se moldar a essa nova ótica do consumidor.


No caso da Amazon.com, através de uma prática inovadora, a empresa trabalhou um novo jeito de vender livros (e de outros produtos) com a Amazon.com (1994) e reinventou o próprio livro com o Kindle (2007), sempre buscando fornecer para a população uma maior seleção de conhecimento aliada à entrega conveniente.


A própria rede social Twitter, criado em 2006, é outro caso direcionado a atender as necessidades do consumidor. A rede foi à pioneira na idéia de microblogs na internet e conseguiu uma maneira das pessoas difundirem suas idéias na web de forma mais rápida e ágil.


Ambos os casos de práticas inovadoras refletem algo já dito por Peter Drucker, considerado uma das maiores autoridades na Administração, em seus livros e artigos sobre o assunto, quando revela que os negócios devem começar a partir de uma boa missão e os resultados financeiros vêm em segundo lugar.


A Amazon.com, por exemplo, teve seus primeiros lucros em 2001, após sete anos de existência na internet. Já o Twitter ainda nem finalizou seu modelo de negócios e ainda não tem certeza de como vai monetizar seus serviços.


Relacionado em um contexto voltado ao marketing dos valores junto aos empregados, o livro de Philip Kotler destaca também a empresa S. C. Johnson & Son como um modelo de negócio sustentável nessa nova era do marketing. A empresa é destaque em seu segmento por posicionar-se como uma "empresa familiar, sustentável, especializada em produtos de limpeza e buscar dar as melhores condições de trabalho aos seus funcionários como forma de aumentar sua produtividade.


As pessoas e o mundo estão em constante mudança. Os profissionais de marketing ou empresários que conseguirem visualizar isso da melhor forma sairão na frente da concorrência e terão mais facilidade de transformar seus consumidores, em clientes fies e divulgadores da sua marca.

 

 

Confira também no Portal Administradores a matéria "Rumo à conquista do cliente fiel: receitas de sucesso podem estar mais perto do que imagina" e entenda porque investir na capacitação do funcionário e nas redes sociais pode conquistar definitivamente seu cliente e torná-lo fiel à sua empresa.

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br.

 

 



 
Video PÂNICO na tv veja agora ! PDF Print E-mail
Written by Administrador   
Sunday, 10 August 2008 23:16



Last Updated on Sunday, 13 June 2010 02:06
 
Você Sabia que o cheiro de uma loja pode influenciar nas vendas? PDF Print E-mail
Written by Administrador   
Sunday, 10 August 2008 23:13

Sabia que o cheiro de uma loja pode influenciar nas vendas?

Especialista explica o que é o marketing olfativo

O ser humano responde aos aromas de maneira emocional e, ao mesmo tempo, intelectual. Um aroma pode estimular sensações e reações de calma, bem-estar, sensualidade e até controle da dor. Isso acontece porque estimulam células nervosas, atingindo o sistema límbico e fazendo com que o cérebro libere relaxantes ou estimulantes naturais. Na Aromaterapia, os aromas vêm dos óleos essenciais, substâncias naturais extraídas de flores, folhas, raízes e caules. Têm efeito profundo, formando uma corrente de estímulo a anticorpos, neurotransmissores, endorfinas, hormônios e enzimas. Quando dispersados no ambiente, elevam o oxigênio atmosférico e reduzem as bactérias no ar.

 

É nessa cadeia científica que se baseia a ciência corporativa do Marketing Olfativo, como forma de atrair, manter e deixar à vontade clientes e consumidores em locais como lojas, consultórios, hotéis, spas, clínicas de saúde e estética, salões de beleza, escritórios e eventos. "Pesquisa realizada na Alemanha concluiu que o uso de fragrâncias personalizadas em pontos de venda traz inúmeros benefícios", relata a aromaterapeuta e aromatóloga Sâmia Maluf, fundadora e diretora da By Samia Aromaterapia.

 

O levantamento aponta números significativos que tendem a crescer com o aumento do uso da técnica: 16% de prolongamento no tempo de permanência das pessoas no local; aumento de 15% na probabilidade de compra; crescimento de vendas de no mínimo 6%. Esses resultados são atribuídos à capacidade do aroma de permitir o poder de negociação, ao induzir a mudanças de humor e de comportamento – tanto da clientela como da equipe interna de trabalho.

 

História – O marketing olfativo começou com a alta-costura. Como era remota a possibilidade de comprar um vestido desenhado por estilistas de renome – com destaque para madame Chanel, que criava tudo ao seu estilo – o perfume tornou-se objeto de desejo mais acessível, podendo ser utilizado por mais tempo. "O Chanel nº 5 transformou-se em lenda como sendo a única 'vestimenta' para dormir de Marilyn Monroe. Já que não se podia ter um vestido exclusivo, pelo menos era possível levar para casa o perfume de determinada marca. Isso já era um marketing que incluía o glamour do perfume criado para a maison de um estilista, bem como o frasco, o design e tudo o que o envolvia", avalia Sâmia.

 

Apesar de o perfume ter nascido na Europa e, predominantemente, na França, a grandiosidade de sua história foi tomando forma e se estabeleceu como ferramenta de marketing em 1992, com a criação da Fragrance Foundation nos Estados Unidos – entidade sem fins lucrativos que estuda a filosofia de aromas que marcaram as décadas desde 1920 até os dias de hoje. A psicóloga destaca como exemplo o patchouli – que remete à época do amor livre dos hippies que usavam roupas indianas, época dos baby bommers. "Roupas e xales vinham embrulhados ou enrolados em raízes da planta patchouli, tanto que qualquer pessoa que vivenciou essa época tem a fragrância em sua memória olfativa", assinala.

 

No Brasil, o Marketing Olfativo ainda é bastante novo e transformou-se em estratégia de marketing há menos de dez anos. Porém, não pode ser reduzido a uma mera aromatização do ambiente. "Aqui ainda existem poucas pessoas que sabem praticar essa ferramenta corretamente. A ideia do marketing tem corrido solta, mais como modismo do que ciência, já que não se respeitam determinados pontos científicos que precisam ser estudados com profundidade. Agora a moda é 'ter um cheirinho para minha loja, minha casa, meu escritório, meu banho etc.', sem muita seriedade", observa.

 

Identidade é fundamental – Para a criação e a escolha do aroma certo para cada necessidade comercial, a identidade olfativa deve ser baseada na filosofia da empresa e da marca, combinada ao nicho de mercado e ao produto oferecido. De acordo com Sâmia, associar aromas a marcas e produtos é objeto de estudo até de neurologistas por levar a uma mudança de comportamento dos consumidores de forma agradável e positiva, garantindo boas vendas e fidelização.

 

Com formação em Psicologia, a aromaterapeuta exemplifica com sua própria marca pessoal. "Mesmo antes de saber que viria a trabalhar nessa área, uso desde os 15 anos o perfume Shalimar, da Maison Guerlain que virou minha marca pessoal, pois onde passo as pessoas já sabem que estive por ali", revela.

Sâmia deixa claro que essa é uma característica de sua personalidade, assim como poderia usar outros aromas, dependendo da época ou da estação. A sazonalidade também existe nessa área, já que o mercado não é estático e a própria natureza pode ser interpretada em suas diversas nuances. "Imagine aqui no Brasil, em pleno verão, usarmos um aroma adocicado de tutti-frutti! Podemos adaptar a identidade olfativa ao clima e à ocasião, pois o senso olfativo humano é primitivo e dinâmico", ressalta.

 

É dessa maneira que o comportamento do consumidor muda quando um estabelecimento ou empresa utiliza o Marketing Olfativo como ferramenta. Se bem aplicada, o cliente pode passar horas dentro de um estabelecimento e levar peças desse local e até mesmo levar um room-spray com esse aroma para casa, quando disponível. Em contrapartida, ele pode sair na primeira oportunidade e nunca mais pôr os pés naquele local quando um aroma lhe causa dores de cabeça ou a sensação de 'embrulho no estômago'. "Isso sem contar os colaboradores, obrigados a conviver no mínimo oito horas com tal aroma. Tudo porque quem o criou não tem nenhum conhecimento de psicologia olfativa", ressalta.

 

Segundo Sâmia, os resultados dessa aplicação são perfeitamente tangíveis. Porém, para obter sucesso com a identidade olfativa, é necessário um detalhado perfil da marca e da empresa, que deve abranger: estudo do fundador, missão, visão, valores, crenças e público-alvo - classificado de acordo com a classe social, cultural, econômica, sexo e a faixa etária. "Profissionais que aplicam o Marketing Olfativo com embasamento científico e conhecimento da ação dos aromas nos aspectos neutológicos e psicológicos devem, ainda, realizar entrevistas com pessoas-chave da empresa para definir a personalidade de uma marca ou produto final", acrescenta.

 

Por ser aplicado há pouco tempo no Brasil, o Marketing Olfativo ainda é considerado uma ferramenta de luxo. De acordo com Sâmia, mesmo empresas que atuam em segmentos voltados às classes altas ainda não lhe dão o devido valor e reconhecimento. "Apesar de poderoso, está banalizado pelos sprays comprados em supermercados ou por empresas multinacionais que utilizam indevidamente o nome 'marketing olfativo',ou a palavra 'Aromatheraphy' ", destaca.

 

 



Last Updated on Thursday, 19 August 2010 04:44
 
Esse vale ver VESGO do PÂNICO apanhando da TATY BBB PDF Print E-mail
Written by Administrador   
Wednesday, 06 August 2008 16:47



Last Updated on Tuesday, 07 September 2010 17:05